Posts tagged Ipê amarelo

Mudas à venda!

Araucária, Jatobá, Canafístula, Grápia, Peroba, Jabuticaba, Corticeira-da-serra, Uvaia, Ipê Roxo, Pata de vaca, Ipê amarelo, Xixá…

Estamos vendendo mudas provenientes de nossos experimentos, de diversas espécies e tamanhos.

Muda de xixá (Sterculia chicha) de cerca de 70cm de altura. É uma espécie ornamental de grande porte.

O tamanho das mudas varia de 20 a 150cm de altura, para plantio em jardins, áreas condominiais ou sítios. O local de entrega é Porto Alegre-RS ou São Paulo-SP, sendo possível combinar a entrega em outra localidade. Em caso de interesse, nossa equipe pode providenciar o plantio imediato no local definitivo. Fornecemos orientações sobre as espécies mais adequadas e adaptadas para as condições locais; dependendo da espécie, seu porte quando adulta pode ser pequeno, médio ou grande. As mudas têm de 1 a 2 anos de idade.

Também aceitamos encomendas para produção de mudas de espécies arbóreas específicas. Temos espécies para fins ornamentais, produção de frutos para alimentação humana e animal, e de produção de madeira nobre.

Mudas de pinhão (Araucaria angustifolia) e de uvaia (Eugenia pyriformis) de cerca de 30cm de altura. O pinhão serve para alimentação humana e animal, além de ser uma espécie ornamental de grande porte. A uvaia é uma espécie de porte médio cujo fruto é muito apreciado pela fauna. Trata-se de uma espécie característica da Mata Atlântica na faixa que se estende do Rio Grande do Sul a São Paulo; seu sabor levemento ácido a torna ótima para o preparo de uma caipirinha genuinamente sulbrasileira!

Peroba (Aspidosperma australe) com um ano de idade e 22cm de altura. Madeira nobre característica da Mata Atlântica.

Comments (56) »

Recuperação das margens do Córrego Tremembé

Grandes cidades brasileiras como São Paulo são exemplos claros da falta de planejamento ambiental.  O desrespeito inclusive à legislação existente, como ao Código Florestal, que prevê que a vegetação ciliar dos cursos d’água deve ser preservada ou recuperada, invariavelmente leva a episódios trágicos como os que estamos vendo no Vale do Itajaí, em Belo Horizonte, no Rio de Janeiro… Isto significa que o poder público terá que partir para políticas públicas consistentes de recuperação da qualidade ambiental nas megalópoles brasileiras. Enquanto este dia não chega, estamos testando algumas metodologias visando à sua utilização futura em grande escala.

Uma das nossas áreas experimentais fica às margens do Córrego Tremembé, na Zona Norte de São Paulo. Dentre as espécies utilizadas para a recuperação ambiental do local estão corticeira da serra (foto), pitangueira, angico, araucária, ipê amarelo e guapuruvu.

Caso o objetivo da recuperação de uma área degradada preveja sua utilização para fins turísticos, é recomendada a utilização de técnicas mais sofisticadas.

Corticeira

Plantamos esta corticeira-da-serra em setembro de 2008.

Em tempo: segundo dados do INPE, a Região Metropolitana de São Paulo foi a campeã dos desmatamentos entre as regiões metropolitanas brasileiras. De 2005 a 2008, foram suprimidos 437ha de vegetação.

Comments (8) »