Quem somos
Matas nativas divulga informações técnicas sobre questões florestais e ambientais brasileiras. A responsabilidade técnica é de Monika Naumann, Eng. Florestal pela UFSM/Brasil com MBA em Gestão Ambiental pela União Européia.
20 Respostas até o momento »
RSS dos Comentários · URI de trackback
elisabeth karam guimarães disse,
23 de janeiro de 2009 @ 14:11
Gostaria de saber mais sobre a recuperação da Mata Atlântica promovida pela Fundação Sebastião Salgado, no Espirito Santo.
Acho que a solução está em projetos semelhantes. Recomeçar a plantar e tentar salvar o pouco q. restou da Mata Atlantica. Elisabeth
matasnativas disse,
24 de janeiro de 2009 @ 8:48
Elisabeth,
a destruição das matas brasileiras tem consequencias como as que estamos vendo agora com as enchentes em SC, RJ e MG. Por outro lado, a recuperação destas matas é tarefa complexa, e só será possível em grande escala se houver um comprometimento do poder público para tal. A página da fundação mencionada é http://www.institutoterra.org.
mariano disse,
23 de março de 2009 @ 13:06
Oi gostaria de fazer contato com as autoras(es) do Blog… a idéia é tentar uma troca de apoio técnico e de conteúdo nessa área…
grato desde já,
Mariano
matasnativas disse,
24 de março de 2009 @ 13:43
Bom dia, Mariano!
Contatos com o blog podem ser feitos através do e-mail monika_naumann@yahoo.com
NEUSA DE ALMEIDA RUCKER disse,
25 de março de 2009 @ 11:13
Bom dia Monika
Parabens pelo teu trabalho sobre as nossas matas nativas.
Trabalho com erva-mate e araucária. Tenho textos que denunciam desmatamentos e destoques de ervais.
Se pertinente, gostaria de repassá-los como referência de literatura. Obrigada por existires.
Neusa
matasnativas disse,
26 de março de 2009 @ 13:28
Bom dia, Neusa!
Agradecemos pela visita… Podes enviar os textos, ou até fotos e vídeos. No momento estamos estudando uma parceria com um informativo ambiental para canalizar/publicar denúncias relativas a questões ambientais.
joão vilas bôas disse,
16 de abril de 2009 @ 19:45
Como vocês estão no ramo, possuo 70 hectares de mata nativa, na região de Mata Atlântica, disponíveis para venda para interessados em compor reserva legal, localizadas no sul de Minas Gerais – Serra da Mantiqueira. Preço por hectare r$ 8.500,00. Aos interessados entrar em contato pelo email jnovb@hotmail.com. Grato.
Clarimundo disse,
22 de abril de 2009 @ 21:52
Oi tudo bem! Tenho um viveiro de espécies nativas em Pelotas e estou com uma super oferta. Estou vendendo mudas com mais de 40cm de altura (as mudas são produzidas em tubetes o que facilita na hora do plantio) estou vendendo a R$0,60 unid.
Temos mais de 200.000 mudas para negociar
Contato:
Clarimundo1971@brturbo.com.br
(053)32735778 ou 84014600 (Clarimundo)
matasnativas disse,
23 de abril de 2009 @ 0:50
OK Clarimundo. Se a região de Pelotas tiver interesse em implementar o modelo da Floresta de Uso Múltiplo, seremos seus clientes!
Claudia Concepción disse,
16 de julho de 2009 @ 19:07
Queridos,
1º parabéns pelo site e trabalho belíssimo;
e o outro é que procuro um senhor chamado Nelson Ishisato, tenho 3 cerejeiras com 3 anos, que veio dele e perdi toltalmente o contato. Sinto saudades pois tenho o como meu avô….o sentimento é o mais importante.
Preciso da ajuda dele pois as mudas precisam de adubo e eu perdi o papel de adubação com a mudanças de comodos. Se vcs o conhecerem ou souberem por favor, por compaixão, por amor…envie meu e-mail a ele ou me comunique o mais rápido possivel… Vcs já são o quarto grupo que me comunico direto a procura dele.
Muito obrigada
Claudiña.
matasnativas disse,
16 de julho de 2009 @ 21:46
Claudinha,
sugerimos que procure pelo Sr. Ishisato em Garça:
http://www.cmgarca.sp.gov.br/index2.php?pag=documentos_ind&id=4637&tp=3
Quanto à adubação das cerejeiras, você também pode procurar o Instituto Florestal de São Paulo, no bairro Horto Florestal. Eles têm um “Bosque das Cerejeiras” e certamente podem dar as recomendações necessárias!
Marcos Rodrigues disse,
30 de outubro de 2009 @ 16:12
Olá,
parabém pelo site!
Sou formando do curso Técnico em Meio Ambiente e moro atualmente em Butiá-RS.
Tenho interesse especial em projetos de recuperação de áreas degradadas, se possível gostaria de ver trabalhos sobre coleta de sementes para produção de mudas nativas, qual a época apropriada, métodos, etc.
desde já, obrigado pela atenção!
abçs.
matasnativas disse,
31 de outubro de 2009 @ 8:34
Bom dia, Marcos!
A equipe do blog presta consultoria nesta área. Artigos deste gênero são encontrados em publicações técnicas especializadas na área, e as épocas podem variar conforme a região do país, as condições edáficas e climáticas. É necessário saber identificar as espécies, e devem existir árvores-matrizes adequadas para a coleta de sementes.
Mario Mota Machado disse,
26 de novembro de 2009 @ 22:17
Olá, sou Eng. Florestal e gostaria de registrar aqui minha indignação à respeito do fato de se poder explorar ‘racionalmente’ as áreas de reserva legal. Isto é um absurdo. Os educadores deveriam ser instruídos a mostrar as pessoas o verdadeiro custo ambiental dos modelos sociais e econômicos de hoje em dia e conscientizá-las do fato de serem insustentáveis. Temos um passivo ambiental enorme, acumulado pelas gerações anteriores e devemos atinar para o fato de que a solução para um dia insuportavelmente quente não é um ar condicionado e sim um bosque no quintal.
matasnativas disse,
26 de novembro de 2009 @ 23:44
Realmente Mário, do ponto-de-vista ambiental o ideal seria que a RL não fosse explorada. A questão é que temos que começar por algum lugar, e seria preferível ter uma área de RL com exploração seletiva de espécies nativas (sem corte raso) a ter uma RL ocupada por monoculturas. Além disso, será necessário incrementar, e muito, a utilização de sistemas agroflorestais na parte “produtiva” das propriedades.
As discussões em torno do CFB, bem como de questões semelhantes como os planos diretores, são basicamente uma discussão sobre “quem ganha” e “quem perde”. Quem está “ganhando” hoje não quer deixar de fazê-lo, e quem está “pagando o pato” está cada vez mais “de saco cheio”. Geralmente os prejudicados estão distribuídos de forma difusa, não tendo lobbies para defender seus interesses. Quando percebem que estão tendo prejuízos decorrentes da deterioração da qualidade ambiental, apelam para a justiça. Mas ações judiciais podem levar anos para serem resolvidas, e há poucos juízes no judiciário brasileiro com conhecimentos suficientes na área ambiental para avaliarem corretamente as dimensões e as implicações dos impactos ambientais de muito do que se “vende” por aí como sendo o “progresso” e os “empregos”.
De qualquer forma, é bom que fique claro que a crise ambiental levará inexoravelmente ao empobrecimento econômico da população brasileira.
Marcos disse,
14 de fevereiro de 2011 @ 9:38
Minha família possui uma propriedade área de 380 alqueires situada em região montanhosa, dos quais aproximadamente 280 são mata nativa. Cerca de 80 alqueires de nossa propriedade já são utilizados pela Votorantin Papel e Celulose, e o artigo de “Florestas de Uso Múltiplo” chamou a atenção pela possibilidade de preservação dessa área por uma parceira com empresa que necessite delinear áreas de proteção sob sua responsabilidade. Existe alguma iniciativa nesse sentido no setor privado nacional ?
Marcos disse,
14 de fevereiro de 2011 @ 10:04
Relendo o artigo, acho que não fui muito claro: a área que se pretende estabelecer uma Parceria com empresa privada seriam os 280 alqueires de mata nativa, nos moldes como já se faz internacionalmente, como uma “locação” da mesma contendo cláusulas restritivas para qualquer outra finalidade que não a conservação da mata original.
matasnativas disse,
14 de fevereiro de 2011 @ 21:09
Bom dia, Marcos!
Provavelmente você poderia “alugar” sua área para algum produtor de mudas de espécies nativas (coleta de sementes). Isso dependeria de quais espécies existem no local, da sua acessibilidade e da demanda por mudas de espécies nativas na região.
Outra opção seria procurar a Votorantim, que também tem alguma produção de espécies nativas para programas de fomento, para ver se haveria interesse.
Lucas Alberto de Oliveira disse,
18 de julho de 2011 @ 16:35
Olá!
O site é excelente.
Eu gostaria de receber algum material sobre como formar uma mata nativa aqui no Paraná, mais certo, Campos Gerais.
Estou trabalhando num projeto de recuperação de área de beira de arroio!
matasnativas disse,
19 de julho de 2011 @ 13:41
Olá, Lucas!
Conhecemos bem a região de Ponta Grossa. Como não há “receitas prontas” de recuperação de margens de arroios e cada caso é um caso, entraremos em contato por e-mail para tratarmos do assunto.